
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Já conheces o PLOTEUS?
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Não há escolas públicas entre as dez melhores
Respeitado desde 2001, o ranking da SIC inclui as 12 disciplinas com mais exames realizados. E para entrar no ranking, as escolas têm de realizar pelo menos 100 exames no conjunto dessas 12 principais disciplinas que vão efectivamente contar para o futuro dos alunos do Ensino Secundário.
Em 2008, a estranha subida das médias a Matemática inflacionou os resultados gerais, mas no primeiro lugar continua o Colégio S. João de Brito, com uma média superior a 15 valores.
Na segunda posição aparecem os Salesianos do Estoril, seguidos pelo Colégio de Nossa Senhora do Rosário no Porto.
Privado domina ranking
As escolas públicas foram “varridas” do mapa, no ano das grandes reformas da ministra da Educação. O ensino privado domina os lugares cimeiros do ranking. Entre as 30 melhores, apenas oito escolas são públicas (eram 13 em 2007). E até a Secundária Infanta D. Maria, de Coimbra, caiu do 5º para o 14º lugar.
As dez primeiras do Ranking das Escolas SIC 2008:
Colégio São João de Brito (Média Exame: 15,05)
Escola Técnica e Liceal Salesiana Santo António (Estoril) (14,82)
Colégio Nossa Senhora do Rosário (14,49)
Colégio Moderno (14,38)
Colégio de Santa Doroteia (14,12)
Colégio Oficinas de São José (14,10)
Colégio Valsassina (14,07)
Colégio Rainha Santa Isabel (13,96)
Colégio Luso-Francês (13,95 )
Grande Colégio Universal (13,75)
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Delegados da Guarda para o XX Congresso Nacional da JSD
Daniel Lucas e Rui Badana irão representar a nossa secção no XX Congresso. Luís Soares e Bruno Pina são os suplentes.
Assim que possível iremos divulgar aqui, no nosso blog, os restantes 15 delegados do distrito da Guarda.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Colo do útero: Vacinação de adolescentes começa hoje
domingo, 26 de outubro de 2008
Cavaco veta mas PS não desiste e afronta Presidente
Cavaco Silva deverá vetar novamente o Estatuto dos Açores e, desta vez, enviar uma mensagem à Assembleia da República, uma vez que as suas reservas ao diploma se mantêm inalteradas
O prazo para a promulgação ou veto do diploma termina na próxima segunda-feira e Belém não fala sobre o assunto. Mas a hipótese de um novo veto é a única que os mais próximos do Presidente admitem como culminar deste processo – sobretudo depois da mensagem de Cavaco Silva ao país, na sequência do primeiro veto, em Julho passado, e da entrevista ao Público, depois da aprovação do diploma alterado no Parlamento.
A dúvida que persiste é a reacção do PS face a novo veto e as consequências que poderá ter um braço-de-ferro com o Presidente nesta matéria.
«Não há razões para o PS mudar de posição» , afirmou ao SOL Ricardo Rodrigues, vice-presidente da bancada parlamentar. E o presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, não espera outra posição por parte dos deputados socialistas. «O PS não vai mudar de certeza absoluta», afirmou ao SOL um colaborador de Carlos César, recordando as palavras do líder do PS/Açores, há uma semana, em plena campanha eleitoral: «Estou absolutamente convencido que o PS vai confirmar o Estatuto na Assembleia da República».
Porém, oficialmente, o líder parlamentar socialista, Alberto Martins, não quer antecipar a resposta do partido para não afrontar ainda mais o Presidente, dado o conflito iminente com Belém. Até porque os socialistas aguardam com expectativa a mensagem à Assembleia que deverá acompanhar o veto de Cavaco.
in sol.pt
sábado, 25 de outubro de 2008
XX Congresso JSD - Hoje é dia de escolher os delegados...
Vem aí o XX Congresso da JSD, que irá deccorer nos dias 28, 29 e 30 de Novembro em Penafiel.
Já existem 2 candidatos oficias:

Pedro Rodrigues e Bruno Ventura reeditam a disputa do anterior Congresso.
E agora? Quem irá vencer? Qual o futuro da JSD?
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
PGR preocupado com o aumento da criminalidade, em especial nos jovens
O Procurador-Geral da República (PGR), Pinto Monteiro, disse hoje, em Tomar, ver com "um olhar preocupado" o crescendo da criminalidade em Portugal, nomeadamente a delinquência juvenil, e lamentou que tudo esteja centrado na protecção do arguido, esquecendo-se muitas vezes a vítima.
"Há um crescendo da criminalidade, não é de toda (...), o homicídio em Portugal tem diminuído. Se pegarem no relatório de segurança e verificarem os homicídios de 1999 e 2006, houve menos homicídios em 2006, mas o problema não se põe aí", afirmou Pinto Monteiro, na sessão de encerramento do seminário "Justiça e Reinserção Social", distinguindo os motivos do crime.
Para o PGR, o "problema" coloca-se no "homicídio de pessoa indeterminada que estava no local errado no momento errado". E explica: "Uma coisa é furtar um carro no lugar de estacionamento, outra coisa é roubar o carro com o condutor lá dentro, é que este tipo de criminalidade é que cria a insegurança e a preocupação", frisou Pinto Monteiro, justificando o "olhar preocupado" porque "essa criminalidade é praticada por gente cada vez mais jovem".
O PGR detalhou que "nas escolas ou à porta delas formam-se grupos, que assumem o controlo dos mais fracos e que os dominam ou pelo menos influenciam, e daí partem para o confronto com funcionários ou professores, tentando demonstrar que são mais fortes que a hierarquia estabelecida".
Primeiros roubam ténis...depois passam ao carjacking
O responsável acrescentou que "o insucesso escolar que lhes está normalmente associado, a elevada taxa de abandono escolar e a percentagem demasiada significativa de jovens que praticamente não sabem ler ou escrever levarão, mais tarde ou mais cedo, alguns deles para os grupos de bairros ou de zonas e depois para o pequeno ou médio gangue", frisou.
Reconhecendo tratar-se de "uma minoria", Pinto Monteiro alertou que do "roubo de ténis, de moedas ou pastas, irão passando para as caixas multibanco, as bombas de gasolina ou carjacking". Segundo Pinto Monteiro, a "aplicação rigorosa, criteriosa e tempestiva das medidas aplicadas aos jovens tenderá, seguramente, a baixar os índices de criminalidade juvenil e adulta". Para isso destacou o "papel relevante" do Ministério Público em criar "um real interesse no aspecto interventivo e não apenas no acompanhamento formal".
Pinto Monteiro lamentou que "se tenha esquecido o direito da vítima, com um excessivo protagonismo e protecção do arguido", e que "ao falarmos da delinquência juvenil falamos, e muito bem, da necessidade de proteger os menores, mas não podemos esquecer os direitos da vítima dessa delinquência juvenil".
Também no encerramento do seminário, o secretário de Estado adjunto e da Justiça, José Conde Rodrigues, detalhou a "reestruturação da reinserção social", centrando-a nas "actividades principais", como "a gestão dos centros educativos, a actuação na área penal e também a gestão da vigilância electrónica".
in jsd.pt
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
PSD acusa Governo de esconder números das contas públicas
O PSD considerou hoje que as contas públicas na proposta de Orçamento do Estado para 2009 são "irreais", não têm rigor e prestam-se mesmo a acusações de que o Governo tentou esconder os valores.
No primeiro debate parlamentar sobre o OE 2009, José Manuel Ribeiro, deputado do PSD, criticou a proposta do Governo, dizendo que ela é de "ausência de rigor" já que os números são "irreais".
Para o PSD, as previsões da taxa de desemprego (7,6 por cento), da receita fiscal - 35,3 por cento do produto interno bruto (PIB) - e da despesa pública (46 por cento do PIB) não têm proximidade com a realidade.
Ao nível da despesa, o PSD acusou o governo de introduzir alterações metodológicas nesta rubrica (ao nível das transferências para a Caixa Geral de Aposentações) sem referir no relatório do OE 2009 "a não comparabilidade dos dados" com os valores de anos anteriores.
"A alteração metodológica, que até nos parece lógica, devia ter sido referida no relatório", afirmou José Manuel Ribeiro, referindo que este orçamento "não merece o rigor técnico e político" que o Governo reivindica.
O Governo "arrisca-se a que se conclua que tentou esconder os verdadeiros números", disse José Manuel Ribeiro.
Segundo o deputado, o verdadeiro valor da despesa pública em 2009 será de 47,8 por cento do PIB, sete por cento acima de 2008 e representando o valor mais alto de sempre desta rubrica.
O ministro das Finanças garantiu que a despesa pública baixou entre 2004 e 2008, mas não apresentou dados comparáveis entre 2008 e os anos anteriores, corrigidos da alteração contabilística relativa às transferências para a CGA.
Respondendo à crítica do PSD, Teixeira dos Santos disse ter mencionado no dia de apresentação do OE 2009 a alteração contabilística, admitindo que o relatório não refere essa não comparabilidade dos dados da despesa.
"Tive o cuidado de dizer publicamente que havia essa alteração contabilística; não aceito que [o PSD] pretenda dar a entender que se quis esconder" dados, afirmou o ministro.
Teixeira dos Santos referiu ainda que a carga fiscal "praticamente estabilizou" entre 2007 e 2009, ao contrário do que diz o PSD, fruto do "esforço de eficiência fiscal da administração fiscal e da recuperação de dívidas".
