sábado, 31 de janeiro de 2009

Mãe compra a pronto casa a offshore

Maria Adelaide de Carvalho Monteiro, a mãe do primeiro-ministro José Sócrates, comprou o apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de 224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos).

Leia mais pormenores sobre este caso, na edição do CM deste sábado.

in Correio da Manhã

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Vereadores do PSD vão enviar relatório dos projectos assinados por Sócrates ao Ministério Público

Os vereadores do PSD na Câmara da Guarda vão enviar para o Ministério Público o relatório ao licenciamento dos projectos assinados por José Sócrates na década de 80, disse hoje a vereadora Ana Manso.“Porque persistem dúvidas e preocupações, vamos enviá-lo para o Ministério Público”, garantiu Ana Manso, sem precisar em que data é que o documento será entregue.“Com toda a tranquilidade, vamos enviá-lo para o Ministério Público para que não fiquem quaisquer dúvidas e suspeições sobre o bom-nome do primeiro-ministro”, acrescentou a vereadora e deputada do PSD na Assembleia da República.De acordo com Ana Manso, a decisão foi tomada após a leitura do relatório com 21 páginas e vários anexos, como tinha sido prometido no final da reunião do executivo de quarta-feira, onde o documento foi apresentado e distribuído aos vereadores da oposição.
in "A Guarda"
O Partido Social Democrata está de luto pelo falecimento de dois ilustres Militantes.

Fernando Monteiro do Amaral

António Maria Pereira

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

(Povo Livre 28/01/2008)

Processo de remodelação do hospital da Guarda

Médicos responsabilizam Sócrates
Um grupo de médicos do hospital da Guarda escreveram uma carta aberta ao primeiro-ministro, José Sócrates, responsabilizando-o pelo facto da remodelação daquela unidade de saúde ainda não ter passado da fase de homologação do projecto.
in Terras da Beira

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Caso Freeport: envolvimento do primeiro-ministro sob investigação

Polícia britânica tem um DVD que compromete Sócrates.

A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído “luvas” por várias pessoas, entre as quais Sócrates.

O Diário de Notícias revela hoje que José Sócrates consta de uma lista de suspeitos enviada pela polícia inglesa. O único indício apresentado ao Ministério Público português é uma conversa em que Charles Smith, um intermediário, afirma ter feito pagamentos a José Sócrates.

O Jornal de Notícias adianta que existe uma carta, de Charles Smith, onde consta que Sócrates e mais 11 pessoas terão recebido “luvas” no caso Freeport. O jornal revela que Charles Smith terá tentado justificar o paradeiro de quatro milhões de euros gastos a mais com o empreendimento.

O JN adianta que Charles Smith, um dos sócios da empresa "Smith & Pedro", chegou a citar - em conversa gravada presencialmente por um emissário do Freeport de Inglaterra, que pretendia saber o destino de quatro milhões de euros -, os nomes do tio e primo de Sócrates, um secretário de Estado, responsáveis do Instituto para a Conservação da Natureza, autarcas e inclusivamente a secretária do então ministro do Ambiente.

O Correio da Manhã cita uma carta rogatória enviada pelas autoridades inglesas às portuguesas onde Sócrates surge como suspeito de ter «facilitado, pedido ou recebido» o pagamento de subornos no valor de cinco milhões de libras (oito milhões de euros) para a legalização do Freeport (Alcochete).

Segundo o mesmo jornal diz que autoridades de Londres requerem a verificação dos movimentos bancários de Sócrates durante o período em investigação. Os britânicos dizem que detectaram um encontro, a 17 de Janeiro de 2002, entre Sócrates, que titulava a pasta do Ambiente, com Charles Smith, Manuel Pedro e Sean Collidge. Nessa altura, segundo os investigadores britânicos, terá sido discutido o pagamento de "luvas".

Este é o tema das manchetes das revistas Visão e Sábado, que revelaram ainda ontem, que o primeiro-ministro José Sócrates é considerado suspeito pelas autoridades inglesas, tendo solicitado informação bancária ao primeiro-ministro português. As autoridades inglesas querem saber se Sócrates terá «solicitado, recebido ou facilitado pagamentos» no âmbito do licenciamento do Freeport.

Segundo a notícia da Visão, «a polícia britânica enviou, este mês, uma carta rogatória às autoridades portuguesas, na qual refere que José Sócrates é suspeito de ter ‘solicitado, recebido, ou facilitado pagamentos’ no âmbito do licenciamento do Freeport, em Alcochete.»

Já a Sábado, no seu site, avançou ontem que na edição de hoje vai trazer uma «investigação especial» sobre as suspeitas a Sócrates, afirmando que as autoridades inglesas pedem informação bancária sobre o primeiro-ministro numa carta rogatória.

A mesma revista adianta que a PJ apreendeu, na Smith&Pedro, o “e-mail” enviado para o alegado domínio pessoal de Sócrates e que os investigadores procuram 2 milhões de euros e solicitaram a dois bancos portugueses dados sobre offshores do tio de Sócrates.
Jornal de Negócios

Autoridades garantem melhor comunicação

A falha de comunicação entre os vários agentes de segurança do distrito da Guarda é um problema que os nevões fizeram realçar.
Os nevões das últimas semanas trouxeram alguns problemas, como encerramentos de estradas, com que agentes e autoridades de segurança já não estão habituadas a lidar. Para perceber o que poderá ser melhorado e que erros foram cometidos durante as diversas operações de segurança nestas circunstâncias meteorológicas, as autoridades de segurança do distrito da Guarda estiveram reunidas na última quarta-feira, tendo chegado à conclusão que o maior problema foi a falha de comunicação entre os diversos agentes. Realçando que nevões como os últimos são «pouco habituais na região», o coordenador da Protecção Civil Municipal da Guarda garante ao Diário XXI que vai haver mais diálogo entre as várias autoridades para evitar constrangimentos rodoviários e envio de recursos em excesso para os mesmos locais. «A falha de comunicação foi o grande problema que concluímos ter e já estamos a melhorá-lo», garante Granja de Sousa. Segundo explica, «a primeira força de segurança a identificar um risco toma as medidas necessárias para o minimizar, mas de seguida avisa todas as outras do que fez», o que anteriormente não era feito. Assim, «sabemos logo quantas estradas estão fechadas, porquê e quem o fez», acrescenta. De relembrar, que os acessos ao centro da Guarda têm sido constantemente cortados ao trânsito, seja por causa da neve ou devido ao gelo.
in Diário XXI
por Guarda Digital

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Programa de Voluntariado e Estágio Políticos

A Juventude Social Democrata pretende abrir-se cada vez mais à participação e intervenção política dos jovens portugueses, sejam ou não militantes ou simpatizantes do Partido Social Democrata. Acreditamos que a democracia e as nossas propostas serão muito melhores se contarem com a contribuição de mais e mais jovens interessados!

Achamos que é tempo de a Política e as políticas serem feitas por todos, serem finalmente a voz dos jovens portugueses! É tempo de a Política ser tua, e feita por ti!

Para estimular esse gosto pela participação na Política, a JSD quer dar a oportunidade a um grupo de jovens portugueses de se envolverem no processo de produção política de uma das maiores organizações partidárias portuguesas.

Os Voluntários e Estagiários escolhidos neste Programa terão a oportunidade de estar no coração da actividade política portuguesa, de contactar e conhecer vários dos principais dirigentes políticos, económicos e sociais de Portugal, de analisar e discutir os principais assuntos do País, de fazer propostas e denunciar casos que serão ouvidos nacionalmente.

Se decidires participar e fores escolhido terás uma oportunidade real de fazeres a Política portuguesa.

Inscreve-te aqui.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Estrada apertada e com pavimento degradado

A estrada que atravessa o Rio Diz, na Guarda, e que faz a ligação entre o acesso à A25 e a zona conhecida por “Alves Bandeira” está a precisar de mais atenção. Há muito que são pedidas obras para uma via muito movimentada, utilizada por muitos para chegar ou sair do centro da Cidade. O estado do pavimento e a dimensão (largura) da estrada são motivo de crítica por parte de quem ali circula diariamente, não oferecendo também as necessárias condições de segurança às pessoas que se movimentam a pé.

in novaguarda.pt

PSD denuncia venda de lotes à IGAT

Os vereadores do PSD anunciaram que vão denunciar a venda de dois lotes para construção na Avenida Monsenhor Mendes do Carmo à Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT). O terreno foi adjudicado pela Câmara da Guarda, por ajuste directo, à proprietária do Hotel Vanguarda por pouco mais de 86 mil euros, uma decisão ratificada pela maioria socialista do executivo na passada quarta-feira com os votos contra dos social-democratas. Inicialmente, a base de licitação era de cerca de 531 mil euros, mas baixou à segunda tentativa de venda para 86.280 euros. Joaquim Valente justificou esta redução com uma avaliação cuja base era a alienação em hasta pública, pelo que o valor inicial tinha sido calculado em função da legislação e não do mercado. Ora, para o PSD, aí reside o busílis deste negócio. «A Câmara ainda tem que pagar imposto sobre o diferencial da avaliação patrimonial (209 mil euros) em relação à venda, feita por 86 mil. Foi um acto de má gestão que não podemos aceitar e vamos denunciá-lo à IGAT», revelou Ana Manso, no final da reunião de Câmara. No entanto, Joaquim Valente mostrou-se tranquilo perante a ameaça: «O PSD já deveria ter-se queixado à IGAT. Estamos perfeitamente cientes de que fizemos tudo dentro do espírito da lei», reagiu o autarca.


Oposição contra orçamento da Culturguarda


Outro ponto de discordância foi o orçamento da Culturguarda para o ano em curso. A empresa municipal que gere o TMG vai receber da Câmara cerca de 989 mil euros de subsídio à exploração (verba que já contempla 100 mil euros referentes à transferência do edifício), acrescidos de mais de 346 mil euros para cobertura dos prejuízos registados em 2006. No total, são cerca de 1,3 milhões de euros. Números que não agradaram aos sociais-democratas, que votaram contra: «Quando há uma diminuição de quatro por cento do investimento público para 2009 e uma redução das transferências para as freguesias de 7,5 por cento, a maioria socialista tinha que ser mais rigorosa e fazer uma boa gestão dos recursos disponíveis, o que não está a fazer», criticou Ana Manso, sem falar, no entanto, na redução do orçamento da Culturguarda. O que a vereadora considera é que a Câmara «continua a gastar onde não deve, sem pagar às freguesias ou a investir no concelho». Na resposta, Virgílio Bento voltou a acusar a oposição de ser uma «força de bloqueio» ao desenvolvimento cultural da cidade. «É uma atitude populista e demagógica, pois conseguimos estabilizar financeiramente a Culturguarda», declarou, revelando que a empresa municipal é parceira da Junta de Castilla y León numa candidatura ao INTERREG. «Estão garantidos mais de 200 mil euros para actividades, como concertos do Festival Out Blues de Bejar na Guarda, a participação de um grupo da cidade no Festival de Teatro de Ciudad Rodrigo e depois financiamento para toda a programação da rede estabelecida com a Junta», recordou o vereador com o pelouro da Cultura.

in ointerior.pt