quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Numa organização conjunta das CPS do PSD e da JSD da Guarda, venho pelo presente dar conhecimento do primeiro de uma série de Tertúlias/Debate Público que pretendemos organizar.

Seleccionamos para o primeiro debate a temática da Educação, convidando para moderador, o Exmo. Senhor Deputado do PSD, Pedro Duarte, membro da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência e também Pedro Roque do Secretariado dos TSD e membro do Sindicato dos Professores.

Estas Tertúlias/Debate Público, pretendem a participação dos militantes e de outros cidadãos, decorrendo, em princípio, em espaços públicos, com o intuito de fomentar uma boa troca de opiniões.

Nesse sentido e além de o convidar a estar presente, solicito igualmente a sua boa colaboração no envolvimento de outros cidadãos.

O primeiro debate decorre na próxima segunda-feira, 13 de Outubro, às 21h00, no Café Central de Guarda.

Descida da taxa de IRC?!

A descida da taxa de IRC anunciada ontem pelo primeiro-ministro no Parlamento (com garantia de beneficiar "cerca de 80 por cento das empresas portuguesas"), poderá passar ao lado da maioria destas mesmas empresas.

É que mais de 60 por cento das empresas está isenta desse imposto.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Intervenção do deputado municipal Prof. João Prata na Assembleia Municipal já está disponivel no site!

Brevemente estará também online a intervenção de Crespo de Carvalho.

- www.guarda.jsd.pt -

Sócrates e o Jogo da Bolsa

Desconfio que os spin doctors do nosso Primeiro-Ministro andam a perder demasiado tempo com as eleições americanas. Veja-se a postura de Sócrates no comício de Guimarães:


1) Adoptam o slogan de Obama, «Mudança», esquecendo-se que Obama (Partido Democrata) está na oposição e quer destronar o poder instalado (um detalhe...)

2) Adoptam a demagogia de Mccan sobre a crise financeira. Um fala sobre a "roleta de Wall Street", outro ergue fantasmas sobre o "jogo da Bolsa".

Haja vergonha. Onde param os líderes com grandeza ética?

in http://pedroduarte.com

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Antes e Depois...

E esta, hein?

A JP Sá Couto, empresa responsável pela produção dos computadores “Magalhães”, é arguida num processo de fraude e fuga ao IVA, onde o Estado terá saído lesado em mais de cinco milhões de euros.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Conselho Estratégico - “Desporto, lazer e Tempos Livres”.

PSD Guarda promove mais um debate público

Desta vez a iniciativa, a terceira organizada pela estrutura partidária, tem como tema central o “Desporto, Lazer e Tempos Livres”.
O debate está marcado para hoje, a partir das 21h30, no Hotel Vanguarda.
· Natalina Casanova e Cameira Serra – Docentes na ESEG
· Armando Neves – Docente de Educação Física, ex. Vereador da Câmara de Celorico da Beira
· Pedro Guedes Carvalho – Docente da UBI
· Luís Veiga – Grupo IMB
· Carlos Peixoto – Advogado, Vereador e Director da Empresa Municipal de Eventos de Gouveia
São estas as personalidades que o Conselho Estratégico do Partido Social-Democrata da Guarda convidou para o debate.
O debate público, o terceiro do género organizado pela estrutura partidária no âmbito do seu planeamento, tem como tema central “Desporto, Lazer e Tempos Livres”.
O grande objectivo é «suscitar uma ampla discussão sobre o tema e as suas implicações no desenvolvimento sócio-económico do nosso distrito», antecipa. O Conselho Estratégico do PSD da Guarda recorda que a iniciativa a realizar-se no Hotel Vanguarda «é aberta à participação de todos os cidadãos interessados na temática».
Não Faltes!

Cavaco Silva diz que é preciso verdade para enfrentar tempos difíceis

O Presidente da República, Cavaco Silva, defendeu ontem que Portugal vive “tempos difíceis” e que a realidade não pode ser “iludida pelos agentes políticos”. No discurso desafiou o “comum dos portugueses” a acreditar nas suas capacidades e a não baixar os braços perante o futuro, que reconhece ser incerto. Os partidos da esquerda aplaudem, mas defendem que o Presidente devia ter sido mais crítico da actuação do Governo.

Durante as comemorações dos 98 anos da Instauração da República nos Paços do Conselho, Cavaco Silva traçou um quadro “real” das dificuldades que os portugueses enfrentam no dia-a-dia. Falou das famílias que lutam para pagar os empréstimos à habitação, dos idosos cuja reforma mal chega para as despesas básicas, daqueles que perderam o seu trabalho, de novas formas de pobreza e exclusão social.

“O que é vivido pelos cidadãos não pode ser iludido pelos agentes políticos. Quando a realidade se impõe como uma evidência, não há forma de a contornar”, defendeu, numa crítica subtil à política de propaganda do actual Governo.

O presidente lembra que Portugal “ tem registado fracos índices de crescimento económico”, afastando-se “dos níveis de prosperidade e bem-estar dos parceiros europeus”. E que continua a braços com “a insustentável tendência de endividamento externo” e marcado por profundas disparidades regionais, enfrentando agora uma situação internacional pouco favorável.

E deixou claras o conjunto de prioridades que quer ver na agenda política: regressar ao caminho da convergência real com o desenvolvimento médio da EU, a redução do desemprego, a competitividade empresarial e sobretudo a necessidade de uma aposta contínua na educação e na qualificação.

Apelo contra o desânimo

Cavaco Silva sublinhou ontem a “confiança que tem no comum dos portugueses”, deixando o apelo para que se mobilizem e não baixem os braços perante as dificuldades. “Somos capazes de vencer quando os desafios são maiores. Não se deixam vencer pelo pessimismo ou pelo desânimo”, apelou.

Imune às críticas, o primeiro-ministro, José Sócrates, sublinhava, no final da cerimónia nos Paços do Concelho, a “consonância perfeita” entre o discurso do Presidente da República e o Governo, sobretudo no apelo à mobilização dos portugueses para enfrentarem as dificuldades.

“Gostei muito do discurso do senhor Presidente da República, em particular do apelo que fez à mobilização dos portugueses para terem energia e ambição no sentido de que sejam enfrentadas as dificuldades”, afirmou Sócrates. “Como aliás tenho sempre dito. As dificuldades do presente resolvem-se com acção, com vontade e com ambição e não com um baixar de braços”.

Já às prioridades de actuação política defendidas por Cavaco Silva, o primeiro-ministro responde com a estabilidade das contas públicas e as medidas sociais tomadas pelo Governo. “Há três anos atrás Portugal tinha uma gravíssima situação financeira, mas agora já não temos esse problema. Portugal tem as contas públicas em ordem e isso é um património do país que devemos sublinhar e manter”, defendeu. E optou por sublinhar os resultados “muito importantes” das medidas tomadas pelo Governo no combate à pobreza.

“Nestes últimos três anos, saíram da pobreza mais de 130 mil idosos. O Governo não só fez como está a fazer tudo para tirar mais pessoas da situação de pobreza”, reivindicou, enumerando medidas como o complemento solidário para idosos, o aumento dos abonos de família e o complemento pré-natal.

in publico.pt

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sócrates silencia JS

A Juventude Social Democrta JSD acusou o José Sócrates, Primeiro Ministro e secretário-geral do PS de ser “sufocante” e silenciar a JS.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Juventude Social-Democrata (JSD), Pedro Rodrigues, quis destacar “a dualidade entre PS e PSD no que respeita à liberdade de voto”.
“O PSD é o partido das liberdades, que respeita as posições individuais dos seus deputados. Isto deve ser sublinhado”, defendeu Pedro Rodrigues.
O presidente da JSD descreveu a seguir o que considera ser a situação no PS: “Um primeiro-ministro sufocante, que não ouve os outros, que não dá liberdade de voto em relação a uma questão de consciência e à qual ele próprio já manifestou a sua posição favorável em tempos passados”.
“Não deixa os deputados falar. O PS silenciou a Juventude Socialista (JS) numa matéria crucial para a JS”, acrescentou.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Greve da função pública: hospitais, comboios e recolha de lixo são dos sectores mais afectados

A greve da administração pública registou uma adesão de 100 por cento nos Hospitais de São José, Curry Cabral, Dona Estefânia, Capuchos e no INEM, revelou a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública em comunicado. A paralisação iniciou-se às 00h00 de hoje e registaram-se também problemas na recolha de lixo e na circulação dos comboios de longo curso e linha de Sintra esta manhã.

Ainda nos hospitais, no turno da noite, registou-se ainda uma adesão de 90 por cento no Hospital Miguel Bombarda e no Hospital de Aveiro.


Os outros números avançados pela Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública indicam que no Hospital de Gaia a adesão foi de 80 por cento, no Hospital Santa Maria 77 por cento, no Hospital de Faro e nos Hospitais da Universidade de Coimbra, 70 por cento, no Hospital São Francisco Xavier, 69 por cento, e no Hospital Cova da Beira 50 por cento.


A greve está ainda a afectar a circulação dos comboios da CP um pouco por todo o país. Na linha de Sintra atrasos e alguns comboios suprimidos estão a afectar a circulação esta manhã. E nas viagens de longo curso há também registo de alguns comboios que não se efectuaram já.


Em declarações à Agência Lusa, José Manuel Oliveira, membro da direcção do Sindicato dos Ferroviários, presente no piquete de greve no Centro Coordenador Operacional de Lisboa da CP, lamentou o facto de ser vedada a entrada dos trabalhadores nas instalações da empresa.


"Contactámos a polícia porque não nos deixaram entrar nas instalações o que constitui uma violação a lei da greve", indicou José Manuel Oliveira.


"Dos 25 operadores habituais entraram apenas dois, mais outro que foi chamado para ocupar o lugar de um colega que fez greve", referiu ainda José Manuel Oliveira, sublinhando que perante esta situação "dificilmente se fará a circulação em segurança".


Na área da Justiça, a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública avança com uma adesão de 100 por cento no Centro Educativo dos Olivais, em Coimbra.


Esta jornada de luta da CGTP afectou ainda a recolha de lixo, em Évora a cidade ficou sem recolha do lixo, depois de todos os funcionários daqueles serviços terem aderido à paralisação, segundo fonte sindical.


"Os cerca de 40 funcionários da recolha do lixo nocturna que deviam ter começado a trabalhar às 20:00 não compareceram ao serviço e não saiu qualquer carro das instalações do Serviço de Higiene e Limpeza da Câmara de Évora", disse à agência Lusa o coordenador regional de Évora do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), José Correia.


De acordo com o comunicado, escolas, centros de saúde, hospitais, postos de segurança social, repartições de finanças, conservatórias, museus e palácios bem como outros serviços "poderão estar encerrados ou com graves perturbações no seu funcionamento normal".


"O Dia Nacional de Luta da Intersindical" prevê a realização de concentrações e desfiles em Évora, Coimbra, Viseu, Leiria, Aveiro, Guarda e Beja, entre outras cidades, e dezenas de plenários em empresas de calçado, cerâmica, têxteis, metalurgia e transportes.


Estão também previstas greves para o sector de hotelaria, indústrias eléctricas e química.